quinta-feira, 7 de junho de 2012

Love is all we need


Nesses últimos dias tenho escrito bastante sobre o amor. Vai ver o fato de estar envolvida “sentimentalmente” num relacionamento tenha me levado a isso.
O fato é que nunca realmente entenderemos o amor. Muitos dizem que não acreditam mais nele, mas olhe, ele está por todo o canto. O amor que você tem por uma música, uma banda, um livro, por seus pais, por seus amigos, e quando você menos espera, por uma pessoa em especial.
Assim como todas as coisas do mundo, o amor tem seus prós e contras. O sofrimento sempre vai existir. É inevitável. Uma vez eu li em algum lugar que o sinônimo de amar é sofrer, e seja lá quem escreveu isso, ele está certo.
Vais sofrer por ciúmes, por causa da distância, mesmo que a pessoa more ao lado, sempre vai existir certa distância, não física, mas emocional. Às vezes ambas. Vais sofrer por querer tanto alguém e esse sentimento não ser correspondido, ou se for, sofrerá por não poder ter a pessoa. Às vezes o sofrimento pode vir pelo simples motivo de não conseguir agradar quem se ama.
O que nunca podemos esquecer, é que sem o amor, nenhum nós provavelmente existiria. “Ah, meus pais não eram apaixonados, eles só transaram.” Mas será que não houve paixão? Não houve desejo? Ambas são formas distintas de se demonstrar o amor. O sexo em si é uma declaração de amor. Quando é feito com alguém que se gosta, e não com qualquer pessoa que você tenha conhecido numa festa.
Por mais que neguem, todos sempre estão amando. E se não estão, um dia vão estar. O amor está aqui, está ai, está em todo lugar, o tempo todo. E sempre vai estar.
Porque o amor é importante, porra.

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