sexta-feira, 22 de junho de 2012

Eu sou uma pessoa estranha. Bem estranha, na verdade.
Minha cor praferida varia com o meu humor. Minha música favorita muda toda semana, e eu nunca consigo escolher a qual filme assistir quando vou ao cinema. Na verdade, tenho esse problema: Fazer escolhas. Que roupa vestir, que filme assistir, o que comer, o que beber, sair ou ficar em casa. 
É um problema quando vou ao restaurante e demoro horas pra escolher o que comer, no final é sempre o mesmo: Algo que tenha batata frita, frango e arroz. 
Eu odeio calor, e ficar no sol (apesar de achar o verão uma estação linda). Não gosto de ir à praia. Até posso gostar. Gosto de caminhar na beira do mar, sabe? A noite, quando tá tudo calmo e não tem milhares de pessoas ao meu redor. 
Odeio ser observada, que mexam nas minhas coisas, que estraguem o que é meu. 
Não gosto de emprestar minhas coisas, até empresto, pra pouquíssimas pessoas e só aquelas que eu sei que nunca me devolveriam (meus livros, cds etc) estragados. 
Pra mim não existe essa coisa de "não sei o que tô sentindo/pensando/querendo". As coisas são claras depois pra uma pessoa ser confusa em relação a tudo. Se eu estou com alguém, é porque eu quero ficar com aquela pessoa e sei que gosto dela o suficiente pra estar com ela. Dá pra entender?
"Eu não sei o que eu quero", isso não existe! 
Mudo de assunto rápido depois, esse é um dos meus milhares de defeitos. Também me acho uma pessoa muito inconveniente. Tô sempre falando besteira na hora errada e no lugar errado. Não sei me controlar.
Quando eu gosto de alguém, me sinto completamente idiota e faço de tudo pra que a pessoa me note. Outro problema.
Tenho ciúmes sim, mas não sou ao favor do "barraco". Se estou com ciúmes, fico na minha, às vezes mando uma indireta ou até brinco com o fato de estar com ciúmes. Mas realmente acho desnecessária aquela coisa de brigar ou fazer escândalo por conta disso. 
Eu me apego muito rápido as pessoas. O que é um grande erro, porque quase sempre me decepciono com as mesmas. 
Nunca me achei uma boa escritora. "Escritora". Nem me considero uma, pra falar a verdade. A primeira coisa que me lembro de escrever, foi uma estória sobre uma menina que se apaixonava por um garoto que fazia aula de natação com ela. Eu tinha uns sete, oito anos. Sempre gostei de escrever. Sempre criei minhas estórias, mas isso não significa que elas sejam boas. 
Meus textos sempre são uma merda. Nunca gosto de nenhum. Nunca acho que eles são bons o suficiente pra vir parar num blog. 
Não sei lidar com elogios. Não me acho bonita, muito menos legal.
Na verdade, nem sei porque tenho um blog e porque tô escrevendo isso aqui. 

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