Essa semana percebi o quanto sou azarada.
Fui assaltada, perdi dinheiro, torci o tornozelo, quebrei a unha e enquanto fritava batava, a gordura espirrou em meus olhos.
Lembrando que são acontecimentos físicos, nem ouso mencionar os emocionais.
Perder alguém, perder a fé, perder a paciência, perder a alegria.
Só preciso saber quando as coisas boas começarão a acontecer comigo.
Uma vez me disseram que depois de uma tempestade, sempre saí o Sol. CARA, CADÊ O SOL? Eu não passei por uma tempestade e sim por um furacão, um terremoto, um tsunami.
Preciso do meu Sol, do meu Sol particular ou até do mesmo Sol que brilha pra todos. Mas eu preciso.
E lá vou eu devaneando e mudando de assunto...
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